Juventude se encontra com o Bispo na Catedral


A juventude é uma fase, há quem diga. Outros falam que a juventude é eterna e que o céu é alegria e que Deus é um Deus jovem.

Pois bem, o céu é alegria e a salvação nos rejuvenesce. A juventude é comunicativa, intuitiva e cheia de criatividades que enriquecem os ambientes em que se encontram.

A JDJ (Jornada Diocesana da Juventude) é um encontro tradicional em todas as dioceses e tem como objetivo arrebanhar os jovens de grupos e crismandos para uma tarde ou manhã com seus respectivos Bispos.

Na Diocese de Castanhal Dom Carlos apresentou as palavras do Papa, complementando com suas reflexões, incentivo e motivação para que estes sejam verdadeiros missionários e se multipliquem em suas paróquias. O Bispo se faz jovem com os jovens para melhor entender suas cabecinhas e com simplicidade abraçá-los, não como o bispo, mas como pastor destas ovelhas juvenis e carentes de muita atenção, cuidando das palavras certas, dos gestos, tão bem manifestado a um jovem que levantou do meio da assembleia, correu abraçou o bispo espontaneamente, fugindo dos protocolos e ensaios daquela celebração, mas sendo abraçado e acolhido pelo bispo, que o sentou em sua cátedra e utilizou o banco lateral até o final do encontro.

"Os jovens não devem ser considerados simplesmente como objeto da solicitude Pastoral da Igreja: são de fato e devem ser encorajados a serem sujeitos ativos, protagonistas da Evangelização e artífices da renovação social", disse São João Paulo II e o Papa Francisco completa dizendo o seguinte: "A Igreja precisa de vocês, do entusiasmo, da criatividade e da alegria que os caracterizam".

Precisa-se muito apostar no jovem que vive num momento de encontro e desencontro, além de certa desconstrução daquilo que estava preestabelecido na cabeça dos pais.

O jovem busca hoje uma Igreja de alegria, de encontro, de partilha, encantamento e do novo, com espaço para atraí-lo e conquistá-lo dos meios que os prende e separa dos outros, presos em redes, tão bem batizadas de “redes” sociais.

O encontrão foi fantástico, provocou a acolhida e consequentemente a grande confraternização, por mais que alguns poucos dentre eles tentassem se manter desencontrados, de 'caras enfiadas' em seus aparelhos celulares, eram provocados a experimentar mesmo que timidamente a partilha de vida e de experiências acolhidas na festa dos cantos, na atenção aos testemunhos e do calor da adoração.


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