Conselho Diocesano de Pastoral e os caminhos de Evangelização


Esteve reunido, no último final de semana, no Cenóbio da Transfiguração em Castanhal, o Conselho Diocesano de Pastoral. Foi o primeiro encontro do ano de 2018, numa agenda que acontece sempre nos meses de junho e novembro.

O Conselho Diocesano de Pastoral tem como finalidade tratar os assuntos que se relacionam com a vida pastoral da Diocese; é presidido pelo Bispo e seus membros representam o Povo de Deus nas atividades pastorais que se desenvolvem no âmbito da Diocese.

Na tarde do último sábado, depois da oração de abertura conduzida por Monsenhor Gabriel, o Bispo D. Carlos Verzeletti, dando boas-vindas a todos os presentes, enfatizou a importância de se estar juntos e frisou que o Conselho é um instrumento de comunhão, pois somos um corpo só e, quando faltam alguns, ele sofre, afinal, precisa-se de todos os membros para o seu pleno funcionamento.

A pauta foi anunciada por D. Carlos; começava com a rememorização das propostas vindas da Semana de Atualização Teológica, que tratava da Vivência do Batismo, assunto também, da Carta Pastoral 2018.

Das proposições apresentadas por Izabel de Igarapé-Açú, figurava, também, a de revisar o Diretório Diocesano de Iniciação à Vida Cristã e coube ao Padre Paulo Victor fazer a exposição do conteúdo e, em resposta a essa demanda, apresentou um questionário intitulado“ Chave de análise e avaliação da iniciação à vida cristã a partir do estudo do diretório diocesano”. Era pedido o estudo do documento nas Paróquias e o envio das respostas à Diocese para apresentação no encontro que acontecerá no próximo mês de novembro.

Outro tema em pauta foi “A Maternidade da Igreja’. Referendado pelo Conselho Presbiteral, foi apresentado por D. Carlos que, inicialmente, argumentou sobre todos esses trabalhos desempenhados pelo Bispo, padres, catequistas , introdutores na Diocese; todos eles sinalizam uma Igreja Mãe que está cuidando dos seus filhos; logo nos pede o olhar que temos que ter, a consciência dessa missão materna, pois, do contrário a Igreja não cumpre a sua missão, afinal, a Igreja é a Mãe do novo nascimento. Sua apresentação fundamentou-se em vários autores, entre eles São Cipriano que diz:” não se pode ter Deus como Pai, sem a Igreja como Mãe”, e São João XXIII na sua Encíclica Mater et Magistra: “ A Igreja é Mãe e Mestra, não só na vida espiritual mas também no campo social, na formação dos seus filhos”. A Igreja tem se preocupar também com a vida social dos seus filhos, com a garantia dos seus direitos sociais. A Igreja é Mãe em todos os sentidos e é a nossa família. É a Igreja a geradora da Vida de todos nós.

Na manhã do sábado, Frei Luis da Paróquia de Capanema, com subsídios e slides-shows, apresentou as experiências de Joinville no contexto da vivência do Batismo, considerando, porém, o que já se pratica na nossa Diocese. E para fortificar ainda mais essa ação evangelizadora, foi proposto o subsídio de Leitura e músicas de ninar do Pe. Zezinho.

Finalizando, Pe. Gabriel apresentou a programação da Semana Missionária que acontecerá em novembro próximo,culminando no domingo com o 2º Congresso Diocesano das Pequenas Comunidades.

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