A festa da Diocese

01/03/2018

 

 

A festa em Ação de Graças pelos sete anos de dedicação da Catedral Santa Maria Mãe de Deus e de treze anos de instalação da Diocese de Castanhal foi celebrada com missa solene. Doze jovens abriram a procissão de entrada trazendo velas: luz dos apóstolos, colunas da Igreja em júbilo.

 

“Nós somos a Igreja de Jesus que está em Castanhal, viemos esta noite para dar graças a Deus por tudo aquilo que Ele fez por nós e no meio de nós ao longo desses 13 anos da nossa diocese e 7 anos de dedicação de nossa Catedral. Aniversário é para ser celebrado e 27 de fevereiro para nós será sempre solenidade, dia que Deus fez aliança conosco”, disse dom Carlos no início da missa.

 

Padres e diáconos concelebraram a missa que reuniu milhares de fieis na Igreja-mãe de uma das dioceses mais jovens do Brasil, que traz em seu nome a Mãe de Deus que diz “escutai-o”. Atento ao convite de Maria, o povo ouviu e rezou nas leituras, cantos e orações, em clima de gratidão.

Momento gracioso foi quando adentrou o ícone de Nossa Senhora.

Na homilia, dom Carlos fez memória da história da Igreja particular de Castanhal, criada por João Paulo II no dia 29 de dezembro de 2004 e “começou a dar os primeiros passos em 27 de fevereiro de 2005”. O bispo falou das pessoas que ajudaram a construir a Catedral e a diocese, dos fieis, obreiros, artistas, os que doaram nas diversas campanhas, vocacionados, religiosas e tantos outros.

 

Abril de 2001, primeira pedra, novembro de 2001 fundamentos. São 17 anos da Igreja de pedra, resultado das igrejas domésticas, comunidades, que foram tomando forma de Diocese ao longo deste tempo. “Como disse dom Carlos, nossa força está em nossa construção e a construção quem faz é o próprio indivíduo na imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo, transmitido pelo nosso batismo”, falou o diácono Marcelo Silva, administrador geral da Diocese.

 

Quadros com fotos trouxeram à assembleia a recordação de momentos históricos da Catedral, desde a dedicação até as pessoas que, sem casa, moraram por alguns meses no interior das obras.

 

A celebração encerrou com a benção, mas a festa continuou no térreo da Catedral: partilha de uma Igreja em comunhão. “Para mim é realmente é um reviver aquele momento dos sete anos de dedicação, que para mim foi uma verdadeira experiência de uma vida dedicada ao Senhor”, comentou irmã Iveth Amorin, animadora diocesana da catequese.

 

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