“É preciso redescobrir a dimensão social da fé”, diz Dom Carlos no Encontro Diocesano das Pastorais Sociais

 

 

“Não podemos ficar omissos e escondidos em nossas sacristias, é preciso escutar os clamores do povo de Deus e de Deus no povo que nos impele a sair”, afirma Dom Carlos Verzeletti em sua fala aos participantes do Encontro “Fermentando a Paz”, formação destinada aos agentes das Pastorais Sociais no Cenóbio da Transfiguração na tarde do sábado 11 de maio.

 

Dom Carlos destacou ainda, o desafio da efetiva presença no complexo penitenciário do Americano e da importância da Escola Diocesana de Fé e Política, a ser redefinida para o próximo ano. Sobre o cenário político nacional, provoca: “não podemos nos deixar hipnotizar, nem nos conformar”, falando da importância de manter viva a esperança que move para adiante.

 

“Não podemos desanimar, mesmo se há desafios, mesmo se caminha devagar”, diz o bispo, e convida os agentes a dar continuidade ao processo iniciado neste encontro, afirmando que os agentes tem a responsabilidade de ser fermento nas suas comunidades e paróquias, no chão particular de cada pastoral.

 

Após as palavras de ânimo, Dom Carlos concluiu sua colocação, saudando as mães presentes, “que exercem uma grande missão social”, e desejando a todos um bom e proveitoso encontro.

 

A formação “Fermentando a Paz” é um projeto da CNBB Regional Norte 2 e do Fundo Nacional de Solidariedade que tem peregrinado as dioceses e prelazias regionais com uma temática de unidade pastoral e provocações para o fortalecimento das pastorais sociais nas igrejas locais.

 

Na Diocese de Castanhal o encontro teve início às 09h00 e seguiu até a noite do sábado com reflexões como “Pastoral de Conjunto”, “Doutrina Social da Igreja” e “O perfil dos agentes pastorais”, assessorado pela Secretaria Pastoral de Formação Diocesana e pela assessoria regional para as pastorais sociais.

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